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A importância da parceria família x escola e o projeto de vida em família.

O mundo tem se tornado cada vez mais desafiador, incerto, competitivo, exigente. O medo do desemprego, aliado ao maior acesso a bens de consumo, levou o ter a se tornar efetivamente mais relevante do que o ser em muito dos nossos lares.

O desencanto com boa parte das nossas autoridades, marcas e referências que tanto politicamente quanto comercialmente nos abandonam, nos faz agir como se tudo fosse relativo, como se nada importasse. Qual o problema do filho entregar a tarefa copiada da internet? Todo mundo não age assim? O que tem de errado em discordar da escola nos grupos de Whatsapp? Não é o que todo mundo faz? Para que comprar o livro se dá para xerocar? Quando um adulto age assim, ele se posiciona como o político que rouba “pela causa” ou como o empresário que não faz a manutenção adequada de suas instalações porque isso custaria mais caro do que indenizar possíveis vítimas.

Todos têm o direito de crescer com dignidade! Aliás, isso consta em nossa Constituição Federal: é tarefa da Família, da Escola e da Sociedade educar com caráter e dignidade.

É por isso que Escola e Família devem ser parceiras e não se colocarem em campos opostos, pois têm uma missão em comum.

Passou da hora de elevarmos a nossa barra de exigência com a nossa própria vida. Se queremos filhos/alunos autônomos, resilientes e com caráter elevado, precisamos sair da bolha ilusória que nos protege das adversidades. Mimar, superproteger, esconder deficiências ou querer privilégios descabidos para nossas crianças e jovens não são gestos de amor. Se queremos que eles sejam felizes, não temos que comprar isto para eles, ao contrário! Devemos ensiná-los a lidar com a infelicidade e aí sim, estaremos no caminho certo.

Educar dá trabalho. Dá trabalho fazer com que os hábitos de higiene sejam mantidos, dá trabalho encarar o bico e a cara feia diante da negativa de mais um game. Dá trabalho exigir lições bem feitas. Dá trabalho ser humilde e diante de uma nota ruim ou uma advertência sentar junto para encontrar o melhor caminho em prol de uma educação e uma formação que sejam realmente levadas a sério pela Escola e pela Família.

Dá trabalho educar bem.

O que muitas vezes se esquece é que não fazer tudo isso vai dar muito mais trabalho perante as inescapáveis provas da vida. E elas chegam, ah se chegam.

Ou todos nos unimos, ou todos perdemos. Escolas que introduzem em seu currículo propostas que estimulam o sonho, a ousadia, o brincar, o autoconhecimento, que estimulam as escolhas assertivas, as perspectivas e os projetos dignos para seus alunos e respectivas famílias, estão fazendo a sua parte!

Quem ama cuida, há muito já se diz isso. Nosso cérebro se desenvolve da mesma forma que os músculos: pelo exercício. Assim como eles precisam de amor e de cuidado, o nosso cérebro também. E você, pai ou mãe:  o que tem exercitado na sala da sua casa para formar um bom eco com o que os professores do seu filho estão neste momento procurando ensinar sobre valores? Que ações concretas têm feito para que na sua família se aprenda a dignidade, a civilidade e o respeito? Quando foi a última vez que você ligou, escreveu ou foi à escola para elogiar? Que atitudes efetivas você fez nas últimas semanas para reforçar a garra, a perseverança e a autonomia de seus filhos? Estas perguntas foram agradáveis de responder? Se sim, que ótimo! Foram desconfortáveis? Fica aqui um convite a uma boa, bela e útil lição de casa para vocês, que se importam! Quem ama cuida, quem ama se cuida. Sua família merece o melhor de você, ou não? Vamos juntos?

Texto: Leo Fraiman
Este material, intitulado Projeto de Vida em Família, está acoplado ao livro de seu filho, Empreendedorismo e Projeto de Vida.
 

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Adaptação Escolar

Mudar é a única constante na trajetória humana. Estamos o tempo todo em constante transformação, o que requer sempre reorganizar-se, reinventar-se, redescobrir-se.
Mais do que os adultos, as crianças são naturalmente mais sensíveis a situações em que o novo se apresenta.
Um bom exemplo são as mudanças que ocorrem durante a vivência escolar. O início é uma experiência desafiante para as crianças. Novo espaço, novas pessoas, novas regras, novas rotinas e um momento de ficar longe dos pais por uma boa parte do dia. É sem dúvida um tempo de fortes emoções, de descobertas do novo. E por isso, um tempo de inseguranças e incertezas trazidas pelo desconhecido.
Para lidar com situações de adaptação escolar das crianças, como trocar de sala ou de escola, mantenha o diálogo aberto.
Seja qual for o tipo de mudança — de sala dentro do mesmo colégio, de ano escolar, de instituição de ensino, ou até mesmo o ingresso na vida estudantil — e faixa-etária da criança, é muito importante que a família converse com ela sobre a nova situação.
Por isso, uma conversa franca e condizente com a capacidade de compreensão de cada criança pode ajudá-la a entender e a aproveitar a nova circunstância a que é chamada a viver.
Passar a limpo, ao final do dia, as experiências acumuladas, permitir à criança falar de seus medos e dificuldades, com acolhimento e positividade, são práticas que facilitam metabolizar novos paradigmas e degustar o vivido.
Com as crianças muito pequenas, conversar pode não surtir muito efeito inicialmente, mas, com o passar do tempo, essa prática fortalecerá o vínculo da família com a criança, ajudando-a a perceber com mais naturalidade e leveza as transições da vida.
Acolha o desconforto. Como em toda abordagem feita no universo infantil, manejar a adaptação escolar demanda paciência. Cabe aqui colocar que é bastante comum mudança de humor e comportamento durante o período de adaptação. Algumas crianças podem chorar mais do que normalmente o fazem quando estão em casa, solicitar maior atenção, apresentar dificuldade e resistência em adormecer, alterar o apetite ou demonstrar uma maior irritabilidade diante de algum posicionamento de seus pais. E tudo isso, acreditem, faz parte deste processo pelo qual estarão passando. É fundamental que os pais mantenham-se seguros e tranquilos, pois estas manifestações são passageiras.
Muitas vezes, a família sofre tanto quanto a criança. É fundamental que a família exercite sua empatia para com as crianças, que habitualmente sentem o novo com mais intensidade — o que é maravilhoso!
O desconhecido causa desconforto, mesmo que só no começo, mas, se reconhecido e autorizado, vai dando lugar ao entusiasmo, à curiosidade e à vontade de experimentar, tão vivos na criança. Por outro lado, é importante que a família se mantenha firme na tarefa de trabalhar na criança a percepção da mudança como necessária e favorável a ela.
A integração entre família e escola é crucial para uma boa adaptação e para o afloramento das potencialidades da criança e a ampliação da experiência da educação.
Conversar sobre a vida escolar da criança, estabelecendo um canal aberto, pelo qual as informações fluam sem embaraços, é o que apoia iniciativas de apoio e estímulo à criança em sua individualidade.
Família e escola podem, juntos, encontrar estratégias que facilitem a inserção da criança no novo ambiente escolar. Confie na escola e seu filho confiará também!
Manter este alinhamento permite conhecer a construção da identidade infantil em função dos meios em que está, das convivências e estímulos ao seu redor.
Educar é corrigir e oferecer exemplos, mas também acompanhar o desenvolvimento da criança dentro daquilo que nela é único e que, bem conduzido, levará a uma existência plena e com sentido!

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Formação para as Professoras da Educação Infantil da Rede

No dia 17 de dezembro as professoras de Educação Infantil de toda e REDE ROMANO e as equipes diretivas participaram de um momento de formação com a professora Vanessa Freitas. O objetivo foi refletir sobre as práticas pedagógicas, além de possibilitar um momento de trocas de experiências entre as professoras de toda a Rede. Na oportunidade também estiveram compartilhando com o grupo o professor Rafael Kelleter e a professora Andreia Formigheri, que trouxeram importantes contribuições na formação das professoras.

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05/03 Carnaval
06/03 Quarta-feira de Cinzas - aulas apenas no turno da tarde
08/03 Dia Internacional da Mulher